Método.

Método é saber que ferramenta usar, quando, e porquê. Partimos do que o clube tem, não do que gostávamos que tivesse.

Quatro coisas de que não abrimos mão.

  • Evidência antes de opinião.

    Usamos um protocolo quando há provas de que funciona e sabemos porquê. Quando não há, dizemos-te.

  • O teu contexto manda.

    Um clube sem orçamento começa com PSE num formulário. Outro, com GPS há anos, começa por ler o que já tem.

  • O objetivo é não precisares de nós.

    Formamos a tua equipa para operar o sistema. No fim do contrato, renovas ou segues sozinho.

  • Honestidade.

    Dizemos o que sabemos fazer e o que não sabemos. E se os dados de um atleta não chegam para concluir, também dizemos.

As quatro ferramentas de base.

Validadas pela investigação e ao alcance de qualquer clube.

  • PSE

    Depois de cada treino, o atleta diz quanto lhe custou, de 0 a 10. Vezes os minutos, dá a carga interna. Simples, e barata.

  • GPS

    Distância, metros por minuto, acelerações e picos de velocidade. O esforço real de cada treino e jogo.

  • Wellness

    Sono, fadiga, stress, dores e humor, todos os dias, em sessenta segundos. Ao lado da carga, ajuda a ver a sobrecarga a tempo.

  • Testes físicos

    Velocidade, agilidade, força, salto, resistência. Duas a três vezes por época, para medir a evolução a sério.

Dois pontos de partida.

Cenários ilustrativos, não casos de clientes.

  • Academia de padel, 40 atletas, zero equipamento.

    Wellness num formulário online, testes manuais, lesões numa folha partilhada. Seis meses depois há informação a sério sobre o plantel, sem comprar nada.

  • Clube distrital com GPS e cardio há épocas, sem ninguém a olhar.

    Não se compra nada. Pega-se no que existe e monta-se um painel semanal, um relatório para o treinador e alertas. Os dados passam a servir para alguma coisa.

A ciência por trás.

As ferramentas acima não são opinião nossa. Estão validadas na literatura, e ficam aqui as fontes para quem as quiser ler.

  • Foster, C. (2001). A new approach to monitoring exercise training. Journal of Strength and Conditioning Research, 15(1), 109–115.
  • Impellizzeri, F. M., Rampinini, E., Coutts, A. J., Sassi, A., & Marcora, S. M. (2004). Use of RPE-based training load in soccer. Medicine & Science in Sports & Exercise, 36(6), 1042–1047.
  • Aughey, R. J. (2011). Applications of GPS technologies to field sports. International Journal of Sports Physiology and Performance, 6(3), 295–310.
  • Cummins, C., Orr, R., O'Connor, H., & West, C. (2013). Global positioning systems (GPS) and microtechnology sensors in team sports: A systematic review. Sports Medicine, 43(10), 1025–1042.
  • Mirwald, R. L., Baxter-Jones, A. D., Bailey, D. A., & Beunen, G. P. (2002). An assessment of maturity from anthropometric measurements. Medicine & Science in Sports & Exercise, 34(4), 689–694.

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